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Hidroxicloroquina está associada com maior mortalidade, segundo estudos

Hidroxicloroquina está associada com maior mortalidade, segundo estudos

Apesar da declaração do presidente, diversos estudos realizados desde o início da pandemia apontam que o remédio defendido pelo presidente não combate a Covid-19. Pelo contrário, uma metanálise publicada em abril deste ano pela revista científica britânica "Nature" concluiu que o uso da hidroxicloroquina está associado a uma mortalidade maior entre pacientes com Covid-19. No caso da cloroquina, não há eficácia.

A pesquisa, assinada por 94 cientistas, analisou colaborativamente 28 ensaios clínicos publicados ou não, nos quais participaram 10.319 pacientes. A metanálise em questão foi recebida em 2 de outubro de 2020 e aceita no último 15 de março.

No documento, os autores explicam que o objetivo da menatálise foi estimar os efeitos da hidroxicloroquina e cloroquina considerando as evidências dos ensaios clínicos randomizados disponíveis, publicados ou não.

"Nós descobrimos que tratamento com hidroxicloroquina é associado com aumento da mortalidade de pacientes com Covid-19, e não há benefício da cloroquina", afirmaram os autores na pesquisa, que não estabeleceu generalização para pacientes ambulatoriais, crianças, grávidas e pessoas com comorbidades.

Da mesma forma, todas as vacinas atualmente aplicadas no Brasil realizaram testes com voluntários que apontaram que sua aplicação diminui a chance de desenvolvimento da doença. Em âmbito internacional, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também aprovou o uso emergencial das vacinas com base nesses testes. Todas as vacinas precisam passar por três fases de testes antes de sua aprovação. As fases buscam comprovar a segurança e eficácia das vacinas.

No caso da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, os resultados de eficácia mostraram que a CoronaVac preveniu doenças sintomáticas em 51% dos vacinados e preveniu formas graves da Covid-19 e hospitalizações em 100% da população estudadas. Em março deste ano, um estudo realizado nos Estados Unidos apontou que a vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZenca, foi 79% eficaz na prevenção da Covid-19.

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Fonte: O Globo
Por: Redao
Data: 09/06/2021 23h28min

Hospital do Câncer de Londrina


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